Casais Ciganos – Magia em Equilíbrio
Desde que conheci as pinturas espirituais de Morgana Farah um importante “detalhe” chamou minha atenção imediata: a artista costumeiramente retrata casais. Não conversei com ela sobre este assunto, no entanto, vou mais uma vez palpitar leigamente sobre minhas impressões no que diz respeito às suas belas pinturas mediúnicas.
Como vivencio experiências com o universo espiritual cigano, sei que é comum um indivíduo não ser assistido somente por uma cigana(o), ainda que não tenha consciência do fato. Aliás, quando alguém sente pela primeira vez uma entidade cigana deve se preparar para a chegada de outras se der continuidade “a amizade”. E não raro, chega o equilíbrio. Quem já tem a companhia feminina, à masculina logo surgirá, e vice e versa. Trata-se de um preceito básico da magia: Yin e Yang (repouso e movimento, passivo e ativo, escruro e luminoso), Feminino e Masculino; polaridades opostas que se completam e fundem para a boa harmonia.
O princípio Feminino é regido pelas forças passivas, intuitivas, inconscientes, pela percepção lunar e noturna. Daí vem os dons inexplicáveis de saber dos fatos antes que estes aconteçam, seja por meio de sonhos, da leitura das mãos, das cartas, da telepatia, da clarividência entre outros. Já o princípio Masculino é ativo, revelado através da clareza solar, do raciocínio. Ressaltando a iniciativa, a força da imaginação e da concepção consciente. Também indica energias sobrenaturais, porém, canalizadas para agir sob a influência do intelecto direcionado para um determinado fim, a exemplo do patriarcado, do acolhimento, da proteção, da justiça, etc. “Meu Cigano” é o dirigente de minha tenda, ele é pai e protetor (cuida de todos e indica os rumos a serem seguidos), dar passes magnéticos, faz limpezas espirituais e abertura de caminhos, enquanto “Minha Cigana” age diretamente nos aconselhamentos íntimos, nos oráculos, nas consultas (estando eu com ou sem um baralho em mãos). Ela manipula objetos, aromas e cores, me deixando muitas vezes sem consciência do que está sendo feito. E eis quando surge o momento mágico... ambos se unem em um trabalho específico, conciliando as energias para um único fim, isto devido as particularidades de cada um se completarem mutuamente. Dificilmente trabalham sós.
O princípio Feminino é regido pelas forças passivas, intuitivas, inconscientes, pela percepção lunar e noturna. Daí vem os dons inexplicáveis de saber dos fatos antes que estes aconteçam, seja por meio de sonhos, da leitura das mãos, das cartas, da telepatia, da clarividência entre outros. Já o princípio Masculino é ativo, revelado através da clareza solar, do raciocínio. Ressaltando a iniciativa, a força da imaginação e da concepção consciente. Também indica energias sobrenaturais, porém, canalizadas para agir sob a influência do intelecto direcionado para um determinado fim, a exemplo do patriarcado, do acolhimento, da proteção, da justiça, etc. “Meu Cigano” é o dirigente de minha tenda, ele é pai e protetor (cuida de todos e indica os rumos a serem seguidos), dar passes magnéticos, faz limpezas espirituais e abertura de caminhos, enquanto “Minha Cigana” age diretamente nos aconselhamentos íntimos, nos oráculos, nas consultas (estando eu com ou sem um baralho em mãos). Ela manipula objetos, aromas e cores, me deixando muitas vezes sem consciência do que está sendo feito. E eis quando surge o momento mágico... ambos se unem em um trabalho específico, conciliando as energias para um único fim, isto devido as particularidades de cada um se completarem mutuamente. Dificilmente trabalham sós.
E as pinturas de Morgana Farah, que têm a ver com isso? Elementar em minha percepção! A médium capta além do óbvio, e, em suas viagens espirituais, seus mentores mostram-na o “principal casal” que assiste e equilibra o médium que solicita sua arte. Mas claro, se alguém estiver interessado somente em uma cigana ou um cigano, a pintora não pode e nem deve se negar a reproduzir o que lhe foi pedido.
- Valéria Fernandes
Pintura Cigana de Morgana Farah